Na freguesia do Capelo, na ilha do Faial, onde os ventos do vulcão sussurram histórias às árvores e os muros de pedra negra separam o tempo do agora, vivia a Avó Marquinhas. Era uma senhora de mãos calejadas pela terra e olhos sempre vivos, que pareciam saber mais do mundo do que o mundo sabiaContinue reading “Belamente: A Última Partida da Avó Marquinhas”