Durante alguns anos, tive o privilégio de distribuir o jornal O Telégrafo na freguesia das Angústias. Numas casas, batíamos às portas, enquanto noutras deixávamos os exemplares nas caixas de correio. O contacto com os moradores fazia parte da rotina, mas era durante o Natal que essa tarefa se tornava especial, marcada por momentos de alegriaContinue reading “Memórias de um distribuidor de jornais”