Esta noticia é apenas um exemplo do que está em causa e foi amplamente divulgada pelo Governo Regional dos Açores, dando ênfase há necessidade de proteger as Dunas Cinzentas da Praia de Porto Pim, na ilha do Faial, mas hoje, o “intruso” é outro!
É evidente que, para realizar obras, é crucial chegar ao local ou, então, salvaguardar nos concursos os bens naturais classificados, sobretudo quando o cuidador, entenda-se Governo dos Açores afirma que estamos perante um “habitat prioritário e de elevado valor”.
Hoje podem pensar de outro modo, mas então devem promover a retirada das Dunas Cinzentas de Porto Pim do Geoparque dos Açores, Património Mundial da UNESCO e da Zona Especial de Conservação (ZEC) do Monte da Guia, no âmbito da Rede Natura 2000.
O que está a acontecer hoje, 31 de janeiro de 2024, novamente nas Dunas do Monte da Guia, pode representar mais um atentado ambiental. É crucial que as entidades competentes de fiscalização se desloquem ao local para avaliar a situação, verificar o estado das Dunas, investigar se os limites foram ultrapassados e monitorar o destino dos resíduos provenientes das obras. Estes não devem ser enterrados na areia.
Torna-se imperativo obter uma explicação para esta nova ação. Não adianta politizar este tema. Embora estejamos em período eleitoral, quando se trata do património da minha terra – sou simplesmente Faialense!

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